SOC as a Service (SOCaaS) é o jeito mais direto de ter um SOC terceirizado 24×7 sem montar uma “mini-NASA” dentro da empresa. E sim: dá pra fazer direito. Dá pra fazer errado também.
Depois de um ataque, todo mundo aprende o valor do monitoramento contínuo. Antes dele, muita empresa acha que “o SIEM tá coletando logs” já resolve. Na verdade, não resolve.
SOC as a Service (SOCaaS) funciona como um SOC terceirizado 24×7 que monitora, investiga e responde a incidentes com processos, tecnologia e analistas especializados. Em vez de comprar um monte de ferramentas e contratar turnos, a empresa contrata um provedor que integra as fontes de segurança, reduz ruído, confirma ameaça e conduz a contenção com playbooks e escalonamento. O essencial é alinhar escopo, integrações e SLAs: o que entra no monitoramento, como a resposta acontece, quem aprova ações e quais métricas provam valor.
Principais pontos para checar:
Antes de falar de modelo de contratação, vale encarar o cenário.
O Brasil vem aparecendo com força em relatórios e alertas públicos. A Microsoft já destacou o país entre os mais impactados por atividade cibernética nas Américas no primeiro semestre de 2025.
E ransomware continua sendo dor real, com empresa virando estatística. Há relatório indicando que cerca de 29% das empresas no Brasil relataram ataque de ransomware em 2024.
Outro recorte aponta crescimento e reincidência: 105 organizações afetadas por ransomware em 2024, segundo material divulgado pela Kaspersky no Brasil.
Agora junta isso com um detalhe bem brasileiro: muita operação crítica roda híbrida. Tem legado, cloud, terceiro, filial, home office e fornecedor. A superfície de ataque vira um condomínio sem portaria.
Aí entra o ponto central: ataque não marca reunião. Se sua defesa só funciona em horário comercial, o atacante agradece.
Muita gente confunde SOC terceirizado com “alguém me avisar por e-mail”. Isso é alerta, não é operação.
SOC de verdade tem três coisas, sempre:
Sem esses três, o resultado é previsível: alertas em cascata, decisões atrasadas e incidentes virando crise.
O próprio conteúdo da VIVA bate numa tecla importante: SOC é serviço e ação, não só ferramenta. O SOC entra em campo e responde.
Aqui começa o que você veio buscar.
SOC as a Service é um modelo em que a empresa contrata um time especializado para operar segurança de forma contínua, usando plataforma, integrações, processos e analistas. Em vez de montar estrutura interna completa, você compra capacidade operacional.
Só que “capacidade” tem camadas. E é aí que o SOCaaS fica interessante.
No SOCaaS, o provedor costuma organizar o serviço em blocos:
A VIVA, por exemplo, posiciona o Smart SOC dentro de “cibersegurança como serviço”, integrando monitoração, detecção e resposta.
E indica um ponto valioso: SIEM as a Service com atualização constante de regras e +800 integrações.
Isso muda o jogo, porque integração é oxigênio de SOC. Sem ela, o SOC fica cego.
Operar 24×7 envolve turnos, handover, runbooks e disciplina.
No mundo real, o “plantão” funciona se houver:
Quando isso não existe, 24×7 vira “24×7 de fila”.
Ok, vamos separar as siglas sem enrolação.
SIEM é tecnologia que agrega e correlaciona eventos. Ele avisa. O SOC age.
MSS costuma focar em operar controles e ferramentas. Pode ser muito útil, mas nem sempre assume investigação profunda.
MDR foca em detecção e resposta gerenciada, geralmente puxado por telemetria de endpoint e fontes correlatas. A Sophos descreve MDR como combinação de tecnologia com IA e especialistas que monitoram, detectam e respondem 24/7.
SOCaaS é o guarda-chuva operacional: pode incluir SIEM, SOAR, MDR e outros controles. O ponto é a operação contínua e integrada.
Na página do Smart SOC, a VIVA coloca MDR como parte do pacote e lista funções como monitoração estratégica, caça a ameaças, investigação forense e inteligência de ameaças.
O que isso significa na prática?
Que SOCaaS bom não fica refém de um único sensor. Ele correlaciona.
Antes de falar em SLA, começa pelo básico: o que vai ser monitorado.
Escopo típico de SOCaaS inclui:
Quanto mais perto do “negócio”, melhor.
Porque ataque sério não quer só derrubar máquina. Ele quer impacto.
Agora vem a parte que separa SOC maduro de “SOC decorativo”.
SOCaaS depende de fontes. E fonte boa depende de integração bem feita.
A VIVA trabalha com +800 integrações no Smart SOC, junto de SIEM as a Service e atualização constante de regras.
Isso é relevante por um motivo simples: quanto mais fonte, mais contexto. E contexto reduz falso positivo.
Sem inventário e criticidade, o SOC vira “detetive sem mapa”.
SOC as a Service é operação. E operação precisa de desenho de responsabilidade.
O modelo de contratação costuma passar por fases:
Isso parece simples, mas é preciso prestar atenção nos detalhes.
Em SOCaaS, um erro clássico é não definir:
Sem isso, a resposta vira pingue-pongue.
No Smart SOC, a VIVA reforça a ideia de apoiar da investigação até entendimento, severidade, causa raiz e mitigação.
Isso é o caminho correto: SOC precisa conduzir, não só apontar.
Outro ponto: SOC terceirizado exige acesso.
A prática segura inclui:
SOC bom é transparente.
SOC bom deixa trilha.
SLA não é só “tempo de resposta”. SLA é compromisso operacional com métricas verificáveis.
E aqui vai uma verdade meio chata: SLA que promete milagre costuma esconder pegadinha.
Você quer SLAs que falem de:
Aqui no blog temos um post sobre MDR e impacto em tempo de resposta. Isso é coerente com o valor de SOC: reduzir janela de dano.
E a Sophos reforça que MDR combina tecnologia e especialistas para prevenir, detectar e responder 24/7.
O ponto não é “número mágico”.
O ponto é processo + visibilidade + execução.
Segurança séria não faz promessas que não controla.
SOC interno custa caro. E não é só salário.
Você paga por:
No SOCaaS, parte disso vira serviço.
Você compra capacidade pronta e escalável.
A IBM divulgou que o custo médio de violação de dados no Brasil chegou a R$ 7,19 milhões em 2025, acima de 2024.
Se você acha esse número distante, pense em interrupção, consultoria emergencial, perda de receita e crise de reputação.
SOCaaS não “impede todo incidente”.
Mas reduz tempo de permanência do adversário, e isso muda o prejuízo.
Time interno vivendo de alerta não melhora segurança. Ele só sobrevive.
Quando SOCaaS faz triagem e investigação, sua TI e segurança ganham fôlego para:
E isso vira ciclo virtuoso.
Se o tema é Brasil, LGPD entra na conversa. Sem drama.
A LGPD (Lei 13.709/2018) define obrigações sobre tratamento de dados pessoais e prevê comunicação de incidentes quando houver risco ou dano relevante.
E a ANPD publicou um regulamento específico de comunicação de incidente, via Resolução nº 15/2024.
Um detalhe importante: há previsão de prazo de três dias úteis para comunicação à ANPD, conforme o regulamento.
Isso pressiona diretamente operações de resposta.
Porque comunicação sem investigação vira chute. E chute vira problema jurídico.
Para instituições do SFN e reguladas, há normativos do Banco Central sobre política de segurança cibernética e contratação de serviços de processamento e armazenamento. Um exemplo é a Resolução CMN nº 4.893/2021.
O recado é simples: governança e gestão de risco não são opcionais.
SOCaaS ajuda, mas precisa estar acoplado ao seu programa.
Agora vamos pro fluxo, sem teatro.
Um log ou telemetria dispara. Pode ser login impossível, execução suspeita ou beacon.
O SIEM ou pipeline de detecção correlaciona e gera um alerta.
Mas alerta sozinho não serve.
Triagem valida se é:
Essa etapa economiza tempo e evita pânico.
Aqui o SOC pergunta:
Nessa fase entram threat intel e hunt.
A Sophos descreve caçadores de ameaças e equipe de resposta a incidentes como parte do MDR.
Resposta pode incluir:
Isso precisa estar combinado antes.
SOCaaS não é “terceiro com superpoder”.
Se acabou na contenção, você só parou o sangramento.
Depois vem:
É aqui que SOC maduro vira segurança melhor mês a mês.
Peça evidência, não adjetivo.
Checklist prático:
No blog da VIVA, há uma boa provocação: SIEM sozinho não corre. SOC corre.
Use isso como régua.
SOC é engenharia operacional.
Se parecer mágica, desconfie.
SOCaaS pega o ataque acontecendo.
Gestão de vulnerabilidades reduz as portas abertas.
As duas coisas juntas cortam risco de forma séria.
A própria VIVA destaca números e urgência no Brasil em sua página de gestão de vulnerabilidades, citando alto volume de tentativas de ataque e enfatizando correção contínua.
Quando o SOC identifica exploração de falha conhecida, o ideal é:
Se o SOC só “apaga incêndio”, você vive em reincidência.
Se quiser amarrar essas frentes no seu SEO interno, aqui vão backlinks que fazem sentido no texto:
Aqui é o momento “pé no chão”.
O Smart SOC é uma operação “all in one”, com componentes de MDR e SIEM as a Service, além de funções como caça a ameaças, investigação forense e inteligência.
Também há ênfase em visibilidade e transparência via plataforma, com suporte desde investigação até severidade, causa raiz e mitigação.
Isso conversa direto com o que um SOCaaS bom precisa entregar:
Se a empresa quer SOC terceirizado 24×7 sem virar refém de fornecedor, a transparência da operação é parte do contrato. Não é “detalhe”.
Serve, se o escopo for bem definido.
Muita PME não consegue pagar turnos e ferramentas.
SOCaaS vira atalho para maturidade, sem improviso.
O erro é contratar e não integrar fontes básicas.
Sem telemetria, o SOC fica limitado.
Não. Ele muda o foco do seu time.
O SOCaaS cuida de monitorar, investigar e responder.
Seu time continua dono de sistemas, mudanças e correções.
O objetivo é tirar sua equipe do modo “alerta infinito”.
E colocar no modo “redução de risco”.
Os dois, mas em ordem.
Sem dados e automação, o time fica cego.
Sem analista, a ferramenta vira gerador de ruído.
Por isso SOC é serviço, não só produto.
Peça evidência operacional.
Pergunte sobre turnos, escalonamento e handover.
Peça exemplos de relatórios e registros de investigação.
E cobre um canal de acionamento que funcione de madrugada.
Porque ataque não respeita feriado.
Ele reduz a chance e reduz o estrago.
Ransomware costuma ter fases: acesso, movimento lateral, abuso de credencial e execução.
SOCaaS bom pega sinais antes do “cripto-show”.
Mas também depende de hardening e backups.
É defesa em camadas, não milagre.
Ela aumenta o custo do erro na gestão do incidente.
Você precisa investigar rápido, preservar evidência e decidir comunicação.
E há regulamento da ANPD sobre comunicação de incidentes.
Sem operação organizada, você perde prazo e clareza.
E isso vira risco jurídico e reputacional.
SOC as a Service não é luxo. É maturidade operacional.
No Brasil, ataque é rotina e vazamento é caro.
E o tempo joga contra quem só descobre problema quando o cliente reclama.
Se a empresa quer evoluir rápido, o caminho mais direto é contratar um SOCaaS com integração séria, SLAs bem desenhados e resposta combinada. E, quando fizer sentido, vale conhecer o Smart SOC da VIVA Security como opção de SOC terceirizado 24×7 com plataforma e operação no mesmo pacote.
Porque, no fim, SOC as a Service é isso: deixar o atacante sem horário — e você com controle.
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