As APIs, ou interfaces de programação de aplicativos, têm sido parte integrante da computação moderna por décadas. Originalmente concebidas para facilitar a comunicação entre diferentes softwares, elas desempenham um papel crucial na conectividade de nossos dispositivos inteligentes, computadores e telefones.
Contudo, as APIs transcenderam sua função original. Nos últimos anos, elas se tornaram os alicerces do software e dos negócios contemporâneos. Desde gigantes da tecnologia como Amazon.com e Netflix até o fenômeno do open banking, as organizações utilizam as APIs para lançar novos serviços externamente e otimizar processos internos.
Esse crescimento reflete a nova realidade: os usuários de tecnologia esperam experiências fluidas e interconectadas em diferentes dispositivos. O acesso imediato e a capacidade de compartilhamento de dados e serviços entre plataformas são agora padrão. Essa demanda implica que todas as empresas, direta ou indiretamente, operam como empresas de software.
A abordagem API-First, também conhecida como modelo API-First, coloca as APIs no cerne do desenvolvimento de software desde o início. Em vez de tratá-las como uma reflexão posterior, as organizações que adotam essa abordagem desenvolvem suas APIs antes de qualquer outra linha de código. Isso permite que construam aplicativos que se integrem perfeitamente a serviços internos e externos entregues por meio de APIs.
Uma empresa que segue esse modelo é conhecida como uma empresa API-First.
Para adotar essa abordagem, uma organização deve priorizar o desenvolvimento de suas APIs, reconhecer a importância das APIs públicas, privadas e de parceiros, compreender o ciclo de vida das APIs e utilizar as ferramentas adequadas.
Empresas visionárias começam o desenvolvimento de software priorizando a criação das APIs. Antes mesmo de escrever qualquer código, os desenvolvedores, em colaboração com a empresa, projetam e constroem as APIs. Isso garante que os aplicativos resultantes sejam facilmente integrados a serviços internos e externos, expandindo suas funcionalidades e acessibilidade para parceiros e usuários finais.
Priorizar as APIs significa dar ênfase aos recursos que elas proporcionam ao negócio, em vez de apenas se concentrar na entrega de um único aplicativo e deixar as APIs para depois. Essa abordagem permite que os aplicativos sejam adotados por diferentes áreas do negócio para diversos fins, por meio das APIs.
É crucial entender que as APIs não são projetos estáticos; são blocos de construção fundamentais que exigem manutenção e melhorias contínuas. As empresas estão reconhecendo isso e formando equipes dedicadas para esse propósito.
Os principais impulsionadores da proliferação das APIs incluem a busca por inovação, a modernização dos sistemas para a nuvem, as regulamentações, o avanço das plataformas de desenvolvimento, a oportunidade de monetização e o potencial da inteligência artificial.
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